Lançamento dos livros e do baralho

É com muita alegria que convido todos vocês para o lançamento dos meus dois livros:       As Cartas Ciganas uma visão holística.       Luz do sol colorindo As Cartas Ciganas.         E o baralho Luz do Sol.                         O lançamento será no SANTORINI Fresh Fast Food Europeu, um local, cuja decoração é incrível, o ambiente é muito agradável e a comida é deliciosa!!! Garanto que vocês vão adorar. A simpatia e generosidade dos donos Rose e Francisco são o toque especial do local. Obrigada por me receber.                                     Os livros estão sendo lançados pela Autografia Editora. Obrigada pela atenção que recebi de toda a equipe. Em breve os livros também estarão disponíveis no formato ebook.
Aguardo todos vocês para celebrar este momento tão importante da minha vida. 

Quero expressar a minha profunda gratidão à web designer Anny Olivedo, por ter dado vida ao Baralho Luz do Sol, além de ter feito a minha logomarca e os meus belos cartões de visita.  


Quero agradecer imensamente a minha amiga e, também cartomante, 
Karla Souza por ter confeccionado, com tanto carinho, o baralho Luz do Sol

Quando colocamos afeto em nossas tarefas, tudo flui para um bem comum. 
O sol brilha para todos e a união faz a força.

Carta 13 - A criança - Por Clarissa Guelves.


Querida menina, qual é mesmo o seu sonho? Quero realizar todos e cada um.
Hoje em mim posso vê-la dançar de alegria, como fazia outrora...
Todas as dancinhas comemorativas são suas. Os adultos não as compreendem, mas dançamos mesmo assim.
E dançaremos ainda mais, primma ballerina. Dançaremos sempre.
Pego em suas mãos e lhe carrego comigo na tentativa de lhe proteger de todo mal... Mas no fundo sei que é você quem me salva e me resgata dos abismos nos quais teimo em me atirar.
Como hoje, neste torvelinho de incertezas, você é capaz de sorrir e dançar. E eu escuto o som das suas risadas. Um som ainda mais belo que os sinos submersos.
Eu escuto o som de sua risada, menina. Ali me reconheço.
Você me salva uma vez mais em seu abraço, e eu sei que tudo ficará bem.
Minha menina, criança que habita meu jardim interior, amo você.

Clarissa Guelves.


Carta 26 - O Livro - Por Clarissa Guelves

Havia um livro fechado na estante. Sua capa bonita, detalhada, brilhante e convidativa, exercia sobre mim uma influência deliciosa. Todos os dias eu o acarinhava, folheava suas páginas, sentia seu cheiro de livro recém-chegado e me despedia prometendo: logo chegará a sua vez.
Os amigos perguntavam: “e aí? Gostou do livro?” Outros me alertavam: “leia com cuidado... o mistério que há no livro pode lhe assustar”; outros ainda diziam “Tanto tempo depois? Melhor esquecer!”. Comentários, críticas, indicações... Muitas vezes conversas intensas e animadas sobre o tal livro não lido seguiam por madrugadas sem fim.
O carinho crescia pelo livro, a medida que a demora para descobri-lo aumentava. Eram outros livros, outras páginas, outras histórias e outras pessoas. Era a falta de tempo, de senso, de memória. Tudo que me afastava do bendito livro, me fazia ansiar por deleitar-me em seus segredos ainda mais.
Quando o retirava da estante, era capaz de ouvir seu suspiro, sua espera. Se é possível dizer que livros têm corações, o tal coração parava ao sentir meu toque. Como se ficasse em suspenso, em espera. Posso lhe abrir? A resposta era um sim tímido, mas sempre entregue.
Entretanto, o tal feitiço de impedimento se fazia valer: o telefone tocava, alguém chamava ao portão, o mundo lá fora exigia minha presença e atenção de forma inadiável. E o livro, pesado de mágoa, voltava ao seu lugar de costume.
Fui me acanhando a cada dia mais, nunca fui de quebrar promessas, mas como era difícil cumprir a promessa de ler o livro fechado. Envergonhado, preferi retirar o livro da estante e guardá-lo numa gaveta.
Naquela noite, sonhos estranhos perturbaram-me, era como se ouvisse um choro baixinho, ao longe. Sem querer me considerar louco, deixei essas ideias de lado, e fiz questão de esquecê-lo: como poderia um livro chorar? Evitei o assunto com amigos, mudei o rumo da prosa quando foi preciso, e inexoravelmente, a vida seguiu.
Muito tempo depois, uma mudança de casa e o empacotamento de toda a biblioteca me fez procurar por aquele exemplar novamente. Era uma questão de honra, leria o livro naquela tarde. Não havia mais linha telefônica, computadores, e mesmo os bons amigos estariam no trabalho aquele horário.
Sentei-me em frente à gaveta, abri com todo cuidado, tateei em busca do livro e surpreso, encontrei apenas uma página. Era a dedicatória conhecida, arrancada sem nenhum cuidado: "Para um homem cronicamente apaixonado pelas letras, especialmente as vogais."
O livro não estava mais lá.
Nem seu cheiro.
Nem sua entrega.
Nem seus suspiros, ou suas lágrimas.
No verso da folha, letras de forma borradas e quase ilegíveis diziam: "E que infelizmente nunca teve coragem de descobrir o que elas realmente significavam."
Isto aconteceu anos atrás, em minha mocidade, hoje enquanto a velhice faz de meu corpo sua morada definitiva e minha visão já não me permite novas aventuras literárias, vasculho minhas memórias para lembrar do livro fechado, perdido, que partiu por não ter encontrado em mim aquilo que precisava. E o que ele me pedia era tão pouco...
...Que histórias teria me contado? Que segredos seriam revelados? Seria clichê? Cansativo? Chato? Eu me veria em suas páginas ou me depararia com algo inteiramente novo e impressionante?
Eu não sei. Não tive coragem...
Autoria: Clarissa Guelves
Foto: Desconheço (se alguém souber, informe para o devido crédito)


Vídeos das palestras na IV Mesa Redonda sobre As Cartas Ciganas - 27/06/15

Seguem os vídeos das palestras que foram dadas na IV Mesa Redonda sobre As Cartas Ciganas. Peço perdão pela péssima qualidade das imagens. Sou amadora e fiz as gravações pelo tablet, por isso tremi tanto. Espero  poder contratar um bom profissionais para as próximas Mesas Redondas. 







































IV Mesa Redonda sobre As Cartas Ciganas - 27/06/15

Levamos 8 meses planejando e organizando a IV Mesa Redonda sobre As Cartas Ciganas, mas essa é uma tarefa muito fácil, pois a equipe é grande e muito generosa. 

A minha profunda gratidão a Chris Wolf, Dalila Tiago, Julia Tourinho, Renata Vasconcelos, Adriana Padula, Denis Maapeli, Emanuel J Santos, Fernando Omar Said, Tato Cunha, Sonia Boechat, Alexsander Lepletier, Giancarlo Kind Schmidt, Ismenia Woyame e Alexandre Vieira. O suporte de vocês foi essencial para o sucesso de mais uma mesa redonda. Sem os palestrantes não há Mesa Redonda, por isso sou muito grata a todos vocês. 

As palestras foram esclarecedoras e muito dinâmicas. Trocamos informações, abraços, sorriso e pudemos expressar o nosso mútuo afeto, respeito e admiração. 

Karla Souza não pode estar conosco desta vez, mas a sua presença foi marcada pelo baralho do Igor. 

Quero agradecer o patrocínio da Editora Alfabeto, Ace suites Hostel, Alma da Terra e Gramax Gráfica por tornarem a IV Mesa Redonda sobre As Cartas Ciganas possível.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             Quero expressar a minha gratidão a fotógrafa Maira Cassel por ter registrado os nossos momentos através das suas fotos incríveis. 

Emanuel J Santos palestrou sobre Um jardim de espelhos: cinema, literatura e música.
Dênis Maapeli faou sobre Desvendando os métodos de leitura.

Renata Vasconcelos palestrou sobre a Montanha de Cristal: rigidez ou fluidez?
Fernando Omar Said falou sobre a Lua, espelho espelho meu.

Chris Wolf nos iluminou com a palestra "Eu sou o sol, sou eu quem brilho!"


Tato Cunha nos trouxe as Estrelas - Mediunidade, oficina de luz.

Sonia Boechat nos presenteou com a palestra "Dizem que a mulher é sexo frágil...


Alexandre Vieira desmontou do cavalo e falou sobre Revendo o cavaleiro preso na armadura. 

Julia Tourinho, com todo o seu sorriso nos trouxe a infância "A criança e o adulto - por onde anda a sua essência?"
Adriana Padula plantou "A árvore - visitando nossas histórias familiares".

Ismenia Woyame nos trouxe o "Enlace, laçou ou nós."


Alexsander Lepletier, com todo o coração falou sobre "O amor está no ar".

Giancarlo Kind Schmid falou sobre As origens emblemáticas do Lenormand.

André Galebi nos alimentou com os seus deliciosos quitutes e sua simpatia marcante. 

Alguns palestrantes da IV Mesa Redonda sobre As Cartas Ciganas.
Um registro de algumas pessoas que participaram da IV Mesa Redonda sobre As Cartas Ciganas.



Me sinto realizada pelo sucesso que foi a IV Mesa Redonda sobre As Cartas Ciganas. 
Nos veremos na V Mesa Redonda sobre As Cartas Ciganas no dia 25/06/16. Até lá. 

Carta 03: O Navio: Mudanças, deslocamentos e nostalgia - Por Anna Cecilia.

Autora: Anna Cecilia
Fonte: www.mentecigana.blogspot.com


O Navio: Mudanças, deslocamentos e nostalgia

O Navio

O navio zarpa!
Desafiando o mar
Avante!
Deixando para trás o aconchego do lar
Rumo à novas paisagens
Onde novas memórias serão construídas
Felizes experiências vividas
Outrora puras fantasias
Que num piscar de olhos já se tornam nostalgia
E a saudade de casa, mais cedo ou mais tarde, virá...

O navio zarpa!
De sua proa, avista-se novos rumos e desafios
Imensos oceanos a serem desbravados
Com a ansiedade e a coragem
De quem deseja logo aventurar-se
De sua popa, olha-se para trás
Tantas terras conquistadas e águas conhecidas
Com lágrimas nos olhos e saudade no peito
De quem precisa seguir adiante
Afastando-se de seu lar, família e amigos
Mas, que leva na memória
Um seguro abrigo
As doces lembranças

Às vezes, sem escolha...
Às vezes, à base de muito suor..
Às vezes, sem destino
Às vezes com alegria
Às vezes com ardor
O navio zarpa!

Anna Cecilia Fontoura 21/06/2015

1- proa (parte da frente) / 6-popa (traseira do navio)


Nesse poema de minha autoria é possível constar que o navio no Lenormand pode significar tanto viagens, deslocamentos, mudanças externas, saída da zona de conforto. Mas, também um outro lado, que nem sempre fica explicitado, que é a nostalgia, a saudade do que passou. Confesso que hoje passei o dia na popa do meu navio. Relembrando pessoas, situações, mas sem remorsos, apenas  me deliciando com saudosismo...

Viajar é ótimo! Mas, a primeira providência do turista ao visitar qualquer lugar é registrar (com fotos, vídeos, etc.) Essa documentação é justamente uma medida de prevenção para colaborar com o saudosismo futuro. Normalmente, faz-se por impulso. Até quem nem é nostálgico de natureza o faz. O objetivo é guardar na memória aquele belo lugar e as felizes experiências vividas ali. 

Então quando aparecer o Navio(03) em qualquer tirada no Lenormand, é necessário observar para onde está a proa (e analisar  as cartas vizinhas à ela) e a popa (também em conjunto as cartas que a rodeam). A ideia é verificar as mudanças externas que estão por vir na vida do consulente e o que essa pessoa está tendo que deixar para trás (se quer deixar ou é dolorosa essa partida).

Navio(03) costuma ser uma mudança de fora para dentro. Algo externo ou ocasionado pelo ambiente que ele está inserido. Ou seja, às vezes é uma mudança que a vida está o pressionando a fazer ou as circunstâncias... 

É preciso levar em consideração também que o Navio (03) está sob águas (que representa as emoções). As cartas em volta podem denunciar um oceano revolto ou um calmo mar. Pensamentos provocam emoções. Mas, a Lua (que também representa emoções) tem o controle da maré... Então, às vezes, o ambiente interno do próprio consulente é que pode estar causando a ressaca marítima. Medo,  Alegria, Raiva, Tristeza, etc... Todas essas emoções podem surgir como reação do consulente ao ambiente externo. 



Para encerrar o texto, relembro que há o significado mais óbvio da carta Navio(03) que é Viagens, Mudanças temporárias, enfim um movimento de saída vagaroso,  etc...

Como andam as águas que seu navio tem navegado? 

"Voltar com a maré
Sem se distrair
Navegar é preciso senão
A rotina te cansa
Tristeza e pesar
Sem se entregar"

O Rappa - Mar de Gente



Webnário entre amigos sobre a prosperidade

O webnário entre amigos sobre a prosperidade foi muito intenso. Aprofundamos a noção de abundância, foco, fluidez, medo e apego. O nosso encontro foi muito rico na troca de informações. 

Tivemos um pequeno problema (02) técnico de chiado, mas ele foi sanado (10) com rapidez (01).  

Acesse os links abaixo para você acompanhar o nosso webnário. 

01) http://us.twitcasting.tv/midialexrj/movie/174617191

02) http://us.twitcasting.tv/midialexrj/movie/174618871

03) http://us.twitcasting.tv/midialexrj/movie/174620464



Nota: o próximo webnário será em agosto sobre as diferenças entre a escola brasileira e européia. Em breve informarei a data para que você possa se conectar com a gente. 

Carta 21 - Plágio é crime, conforme Lei 9.610/98

Nota de Tânia Durão:

Não há necessidade de plagiar a

obra intelectual de outra pessoa.

Se gostou do texto, pode 

compartilhar, mas dê os devidos

créditos ao autor e informe a 

fonte, como eu fiz nos dois 

textos deste post. 



Plágio significa copiar ou assinar uma obra com partes ou totalmente reproduzida de outra pessoa,dizendo que é sua própria.
O plágio pode ser de qualquer natureza, como em livros, música, obras, fotografias, trabalhos, e etc. O plágio ocorre quando um indivíduo copia o trabalho de alguém e não coloca os créditos para o autor original.
O plágio é a cópia não autorizada de várias informações, e é considerado crime, previsto no Códio Penal Brasileiro, e na lei 9610. O plágio é considerado uma atitude antiética em vários países, e em vários é considerado como crime de violação de direito autoral.
Fonte: www.significados.com.br - Autor: não informado

No Código Penal Brasileiro, em vigor, no Título que trata dos Crimes Contra a Propriedade Intelectual, nós nos deparamos com a previsão de crime de violação de direito autoral – artigo 184 – que traz o seguinte teor: Violar direito autoral: Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa. E os seus parágrafos 1º e 2º, consignam, respectivamente:

§1º Se a violação consistir em reprodução, por qualquer meio, com intuito de lucro, de obra intelectual, no todo ou em parte, sem autorização expressa do autor ou de quem o represente, (...): Pena – reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa, (...).

§ 2º Na mesma pena do parágrafo anterior incorre quem vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, empresta, troca ou tem em depósito, com intuito de lucro, original ou cópia de obra intelectual, (...), produzidos ou reproduzidos com violação de direito autoral.

Discorrendo sobre essa espécie de crime, afirma MIRABETE: A conduta típica do crime de violação de direito autoral é ofender, infringir, transgredir o direito do autor. O artigo 184 é norma penal em branco, devendo verificar-se em que se constituem os direitos autorais que, para a lei, são bens móveis (art. 3º da Lei nº. 9.610/98).1

Aquele que se propõe a produzir conhecimento sério, renovador do Direito, quer seja ele professor, pesquisador ou aluno, se obriga a respeitar os direitos autorais alheios. Vejamos o que diz a Constituição Federal vigente, em seu artigo 5º, XVII: aos autores pertence o direito exclusivo de utilização, publicação ou reprodução de suas obras, (...). E a devida proteção legal em legislação ordinária nós a encontramos na Lei nº. 9.610/98, mais precisamente nos seus artigos 7º, 22, 24, I, II e III, e 29, I.

Mas, se a própria Lei acima citada, nos informa, no seu artigo 46, III, que não se constitui ofensa aos mencionados direitos, à citação em livros, jornais, revistas ou em qualquer outro meio de comunicação, de trechos de qualquer obra, desde que sejam indicados o nome do autor e a proveniência da obra, aonde constataremos a incidência dessa contrafação (reprodução não autorizada) tão grave, especificamente entendida na sua forma conhecida como PLÁGIO? Exatamente no modo como o plagiário se apossa do trabalho intelectual produzido por outrem.

O plagiário recorre dolosamente aos expedientes mais sutis, porém não menos recrimináveis, e não relutam em fazer inserções, alterações, enxertos nas idéias e nos pensamentos alheios, muitas vezes apenas modificando algumas palavras, a construção das frases, a fim de ludibriar intencionalmente e assim prejudicar, de forma covarde, o trabalho original de alguém e ofendendo os direitos morais do seu verdadeiro autor.

Agindo desse modo, o plagiário tenta iludir a um só tempo tanto ao verdadeiro autor da obra fraudada, como também a quem é dirigido o seu trabalho, inclusive a coletividade como um todo, que irá absorvê-lo. Ensina-nos COSTA NETTO, discorrendo sobre o delito de plágio:

Assim, certamente, o crime de plágio representa o tipo de usurpação intelectual mais repudiado por todos: por sua malícia, sua dissimulação, por sua consciente e intencional má-fé em se apropriar – como se de sua autoria fosse – de obra intelectual (normalmente já consagrada) que sabe não ser sua (do plagiário).

Concluindo, asseveramos que ao lado de um trabalho de pesquisa levado a efeito nos ditames das normas metodológicas cabíveis, fincado num rigor científico necessário e inafastável, deve ainda ser o mesmo revestido de uma indefectível postura ética por parte do seu autor, quer seja ele mero estudioso, professor ou aluno de graduação ou pós-graduação.

Agir com respeito perante não somente àquilo que se propõe a produzir com seriedade, mas igualmente em relação às fontes pesquisadas, às idéias consultadas, aos pensamentos, reflexões, pontos de vista, propostos em estudos e pesquisas já feitas, que recorrera para melhor ilustrar, fundamentar ou enriquecer o seu trabalho científico, é o mínimo que podemos esperar de alguém voltado para o conhecimento.

A atitude ética acompanhada da boa-fé que tanto esperamos de qualquer estudioso, aluno, professor, pesquisador, passa, necessariamente, pelo respeito ao trabalho alheio. Produzir conhecimento, sim, mas calcado na lisura e na decência, sem usurpação ou violação do produto intelectual de quem quer que seja, eis uma obrigação, um dever imposto a todo aquele que se propõe criar ou trilhar novos caminhos no mundo jurídico, através da investigação e da pesquisa científicas.

A consciência a perdurar no pesquisador sério deve advir da certeza de que o verdadeiro conhecimento precisa firmar-se – sempre – em bases éticas. E essa consciência ética lhe impõe que seja buscada e desenvolvida já nos primeiros passos da vida acadêmica. Que o aluno se habitue com a pesquisa, aprendendo a desenvolvê-la, mas sempre consciente de que não poderá se descuidar da ética. E que os professores, como estudiosos por excelência; como orientadores de pesquisas e responsáveis, direta ou indiretamente, pela iniciação científicas de seus alunos, dêem o exemplo, e venham a lembrá-los, a todo instante, do valor da ética para a produção do conhecimento.

Com os inúmeros benefícios tecnológicos do mundo moderno, sobretudo com a inserção do computador e da internetem nossas vidas, surgiram facilidades até há pouco tempo impensáveis. O pesquisador sério – aluno, estudioso ou professor - pela facilidade que tem de obter e trabalhar uma infinidade de informações disponíveis, sem sequer precisar sair de seu local de estudo, vem se beneficiado com esses avanços tecnológicos. Infelizmente, precisamos fazer uma constatação lamentável: se nos vemos beneficiados por essas comodidades, passamos, em contrapartida, a viver sob a banalização do plágio. Lamentavelmente, observamos o quanto é costumeiro se produzir conhecimento violando os direitos autorais de alguém. Vemos, pois, verdadeiros furtos intelectuais serem praticados, quase sempre de modo que gera impunidade, haja vista as dificuldades que surgem em bem caracterizarmos esses delitos.

Muitos são aqueles que não têm qualquer escrúpulo em selecionar copiar trabalhos inteiros, trechos ou pequenos textos que pertencem a outrem, diretamente em proveito próprio, ou mesmo para comercializá-los junto a terceiros, auferindo lucros à custa alheias. Assina-os como se fossem os verdadeiros autores, e pouco se importam com as conseqüências de seus atos criminosos.

Com o advento da internet, como já dissemos antes, e as extraordinárias facilidades que ela nos legou hodiernamente, essa situação se agravou, disseminando a ocorrência desses furtos virtuais. Deparamos-nos, então, com aquele plagiador que pratica a violação em proveito de si mesmo ou de outrem, sob encomenda, comercializando trabalhos acadêmicos prontos, maquiados pela leviandade de quem assim age. Mais do que um ilícito civil, uma vez que afronta direito de personalidade do autor, constitucionalmente garantido, atingindo a sua criação intelectual, nos deparamos também com um ilícito criminal gravíssimo, coberto ainda pela inteira reprovação moral a que se sujeita aquele que pratica o plágio.

Fonte: www.institutohipnologia.com.br - autor: não informado.

Carta 23 - Ratos não suportam altura.

Autoria: Desconhecida. Se alguém souber da autoria, peço me informar, assim posso dar o devido crédito.

Recebi este presente da minha querida Tati Lima (uma pessoa que não suga nada de ninguém, porque tem muito a oferecer), pelo fato do meu blog ter sido plagiado outra vez. 

Ratos não suportam altura... (Fatos reais da vida)

Um piloto fazia arrojadamente uma aventura ao redor do mundo com um frágil monomotor, de repente ouviu um estranho ruído que vinha atrás do seu assento.
Percebeu que havia um rato a roer a cobertura da lona e destruiria o frágil avião, seu primeiro impulso foi voltar ao aeroporto.

Mas, pensando bem, decidiu voar cada vez mais alto, à medida que o avião ganhava altura, os ruídos foram diminuindo, até desaparecer.
Muitas vezes quando você decolar em direção ao seus sonhos, ouvirá muitos ruídos denunciando a presença de muitos ratinhos a bordo, talvez sua reação seja de voltar para mata-lo com as próprias mãos.

Resista a tentação de abandonar os seus sonhos e voe mais alto, à medida que você continuar subindo, os ratinhos vão ficar admirados com sua coragem e darão um jeito de descer antes que a altura seja grande demais.
Quando alguém te ameaçar com inveja, calúnia, furtar suas ideias, usar de maledicência, voe mais alto. 
Se o criticarem destrutivamente, voe mais alto ainda. 
Com certeza você verá que todos foram embora. 
Porque " ratos" não suportam altura...

Siga o Teu Caminho, Acredite Sempre em Você e Brilhe!
Brilhe Cada Vez Mais! Vc Merece !!!

Grande beijo, Sucesso e muta Luz sempre!!!!

Aspirante a cartomante.

Recebi a sugestão de escrever um post sobre 'como uma pessoa sabe que está apta a dar consultas' no blog, o que me motivou a destacar as questões abaixo. 

Antes de mais nada, um aspirante a cartomante deve: 

01) Fazer um curso e não se limitar, somente, a este curso. Deve escolher o estilo que vai seguir, se o método europeu ou brasileiro, até que você crie o seu próprio modo de ler as cartas ciganas. 

02) Criar intimidade com as cartas, sentir o significado (a energia) que as cartas emanam. Fazer combinações (e não ficar preso nelas), usar métodos simples (com poucas cartas) e, com o tempo, usar métodos mais complexos (com mais cartas) até se sentir pronto para a mesa real (todas as cartas na mesa). Não ter pressa na caminhada, sentir cada passo, pois dessa forma vai adquirir confiança em si mesmo. 

03) Ler o máximo de livros que puder. Hoje em dia existem excelentes livros no mercado - aguardem o meu, que já está a caminho. 

04) Praticar e praticar e praticar e praticar muito, de uma maneira lúdica, até a exaustão, pois a prática continua fornecerá a segurança interna que um novato precisa. 

05) Ler as cartas para a família, para os amigos, para os amigos dos amigos e seja honesto, diga que está aprendendo e que precisa treinar. Todos aceitam de bom grado. E é uma forma das pessoas serem generosas com você. 

06) Assistir as palestras, webnários, participar de mesas redondas. Há muito material disponível na internet. Mas filtre o que serve e o que não serve para você, sinta o que faz sentido ou não. 

07) Tirar dúvidas com profissionais experientes. Saiba que eles vão acolher a sua dúvida e que vão te orientar da melhor maneira. 

08) Aprender a ouvir sem interromper o consulente, procurar se colocar no lugar dele, sem julgamento, para poder sentir a dor dele. Querer orientar o próximo, sem impor as suas próprias crenças.

09) Aprender a não absorver a carga emocional do consulente. Isso se chama distanciamento. E Aprender a desligar-se dele assim que a consulta se encerra. 

10) Fazer com que o cliente saia melhor do que entrou na sua mesa de leitura. 

Com essas dez dicas o aspirante a cartomante se sentirá apto para atender, mas a sugestão desse post foi 'como uma pessoa sabe que está apta a dar consultas'. 

O aspirante a cartomante sabe que está apto a dar consultas quando se sente confortável com as cartas e confiante em tudo o que vivenciou no seu processo de aprendizagem. 

Quando acredita em sua própria percepção (visão, audição, tato, sensações, arrepios, bocejos...). Chamo tudo isso de intuição. 

Quando as pessoas começarem a chegar até você (e elas chegarão), assim como quem não quer nada, pedindo uma rápida olhadinha nas cartas. 

E, finalmente, quando você souber o valor do seu tempo e da sua dedicação pelo tempo de estudo. Digo isso quanto ao valor que você vai estipular para os seus atendimentos. A princípio você pode cobrar um incenso, uma vela, um cristal, uma moeda. E, com o tempo (e sem pressa) ir aumentando o valor que você estipulou inicialmente. Mas se alguém não puder pagar, seja flexível, dê desconto ou troque por um serviço. 

A todos os aspirantes a cartomantes desejo muito estudo, muita prática e boas leituras. Saiba que você estará a serviço de um bem maior. 


Dedico este post ao meu amigo José Fernando Martins de Oliveira, criador do belíssimo e suave "Baralho Cigano Sorte Lenormand". 

Que sua doçura possa alcançar o coração das pessoas. 

E siga o propósito da sua alma, acreditando, sempre no seu potencial. 
Beijos no seu coração. 

Mystic Fair 2015

A Mystic Fair de 2015 foi um verdadeiro sucesso. O Clube Monte Líbano estava completamente lotado de pessoas que foram visitar o evento. Foi muito trabalho, atendi a muitos consulentes, estava rodeada de amigos queridos e a alegria foi uma constante do início ao fim.





Eu, Katja Bastos (a mãe da escola brasileira de baralho cigano, muito humilde, sempre simpática e com os braços estendidos  para um abraço aconchegante) e Adriana Padula.

André Mantovanni, autor do livro Tarô Cigano, eu e o Claudiney Prieto, idealizador e organizador da Mystic Fair.


Eu, Edmilson Duran da Editora Alfabeto, patrocinadora das III e IV Mesa Redonda sobre As Cartas Ciganas e Chris Wolf. 

Chris Wolf, Adriana Padula, Fernando Omar Said, Dalila Tiago e eu, todos amigos, cartomantes e palestrantes da Mesa Redonda sobre As Cartas Ciganas.

Encerramento da Mystic Fair, o meu muito obrigada a D. Noemia, Linda e Patricia, pelo carinho com todos os oraculistas. 


Até a Mystic Fair 2016. 

Os pecados (15) x As virtudes (30) - Por Tânia Durão

O urso é um animal puramente instintivo e muito intenso. Ele age e reage sem nenhum controle, por isso ele usa a toda a sua força selvagem. 
Os pecados (15) são uma classificação das condições humanas conhecidas como vícios. É usada pelo catolicismo para educar os adeptos e para controlar os instintos básicos do ser humanoA igreja católica classificou e selecionou os 07 pecados capitais, conforme o tabela abaixo.
Fonte: www.catolicoorante.com.br



Virtude (30) em grego significa uma qualidade moral particular. Virtude no sentido moral seria a inclinação de uma pessoa de buscar praticar o bem ou a fazer boas ações. Segundo Aristóteles, é uma disposição adquirida de fazer o bem, e elas se aperfeiçoam com o hábito. Agir de acordo com as noções de bem, dentro da ética e com justiça, fugindo das tentações e buscando sempre a prudência nas ações. Dentro do Catolicismo há as virtudes teologais (fé, esperança e caridade), que são um dom de Deus. E temos as virtudes cardeais (prudência, valentia, temperança e justiça), que se adquirem pelo esforço e são de onde todas as outras virtudes se originam. 
Fonte: www.significadosbr.com.br/virtude

Classifiquei os pecados e as virtudes, conforme abaixo:

Pecados – Urso (15)
Virtudes – Lírios (30)
Gula: desequilíbrio na alimentação. Desejo insaciável por comida e bebida. Relacionado ao egoísmo, querer mais e mais, é uma forma de cobiça.
Temperança: autocontrole e moderação.
Constante demonstração de uma prática de abstenção.
Ira: desequilíbrio na emoção. Intensa raiva ou rancor que pode (ou não) levar a um sentimento de vingança.
Paciência: serenidade e paz. Resistência a influências externas e moderação da própria vontade.
Luxúria: desequilíbrio no prazer. Desejo passional por todo prazer sensual, deixa-se dominar pelas paixões.
Castidade: simplicidade. A moral de si mesmo e alcançar pureza de pensamento através de educação e melhorias.
Preguiça: desequilíbrio no descanso. Falta de capricho ou de empenho. Desleixo, lentidão ou moleza.
Diligência: presteza, ética, decisão e objetividade. Ações e trabalhos integrados com a própria fé.
Avareza: desequilíbrio no ter. Apego exagerado aos bens materiais.
Generosidade: desprendimento. Dar sem esperar receber algo em troca, comportamento que expressa bondade.
Orgulho: desequilíbrio na autoestima para cima, que gera vaidade, soberba ou arrogância.
Humildade: modéstia. Comportamento de total respeito a Deus e em segundo lugar ao próximo.
Inveja: desequilíbrio na autoestima para baixo, desejo exagerado pelas posses, status, habilidades e tudo o que outra pessoa tem ou consegue, cobiça o que é do próximo.
Caridade: compaixão e solidariedade. Autosatisfação,  amizade e simpatia, sem causar prejuízos. Na religião cristã consiste em amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a si mesmo. Trata-se, portanto, de um amor sem interesses.


Vejo o urso como um cristal em estado bruto, que ainda não foi lapidado, por isso ainda não se transformou em uma bela joia a ser admirada. 

Honestamente, acredito que cada ser humano pode (e deve) desenvolver (12) o seu lado mais nobre, de caráter elevado. Qualquer pessoa pode se transformar em um ser virtuoso, basta praticar o bem. 

É para isso que estamos encarnados no planeta terra. Como diz o ditado popular, "Pratique o bem, não importa a quem".