Carta 22 - O Caminho aberto - Por Tânia Durão

Um caminho se faz com o primeiro passo, com ou sem medo (07), por isso caminho com os olhos de criança (13), com olhos de primeira vez, que se anima (09) com o que vê e larga (10) para traz o que não serve mais. 

Sou movida pelo coração (24) e pelas estrelas (16) que me acompanham e sempre me apontam o caminho certo a percorrer, tenho uma cabeça super pensante (06) e cheia de ideias, que me impulsionam (01) a abrir os caminhos...e a caminhar.

Sei que a minha alma (31) me dá dicas do melhor caminhos a seguir, por isso sempre confio os meus instintos.      

Onde vou chegar (03)? Não sei, mas não estou a deriva, sei que chegarei em algum porto seguro, porque caminho com firmeza (35).

Percebo as minhas vontades, faço tudo com garra, esforço e atitude (11). Caminho de cabeça erguida, mesmo que eu encontre alguns empecilhos (02), desgastes (23) e grandes dificuldades (21). 

Se vejo o caminho aberto eu prossigo, se o caminho não está aberto, eu o abro com as minhas próprias mãos (e pés). 

Sei que encontrarei apoio dos amigos (18), sei que terei momentos de recolhimento (15) para descansar ou momentos de isolamento para refletir ou meditar (19). Mas prossigo, um passo de cada vez. 

Não me sinto refém de obsessores (11+23), nem vítima de algum feitiço (11+32). Tampouco sou dependente (ou pedinte compulsiva) dos meus protetores espirituais (16)

Tenho a liberdade (12) para trilhar o meu caminho entre erros e acertos, entre perdas (23) e vitórias (36). 

Sou livre, esta é a minha escolha para caminhar.